Estar em casa

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Gostamos cada vez mais de conhecer as pessoas que procuram os nossos produtos. Gostamos de saber a história daquela pessoa que faz broa em casa e procura uma Gamela de madeira, com uma dimensão específica (que encomendamos especialmente para responder a este pedido); de quem faz projetos de arquitetura e procura um Candeeiro que pode ser esmaltado nas cores que pretende; de quem aprendeu a fazer pão e procura um bom Cesto de fermentação; de quem quer oferecer um Porta-moedas em pele e que a prenda chegue a tempo; ou de quem faz obras na casa nova com um canto já reservado para os nossos Cabides de madeira

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Have nothing in your house that you do not know to be useful, or believe to be beautiful.
— William Morris

Há poucas coisas tão boas como saber que podemos habitar as casas dos outros pelos nossos produtos. E que estes vão resolver problemas, dar soluções, ser úteis, e que vão também ser belos pela sua presença nos espaços que vão ocupar. Um dos lemas que nos move partilhamos com o designer e autor inglês William Morris, que disse que não deveremos ter em nossa casa algo que não seja útil ou que não consideremos belo. 

Esta ideia não apela apenas à noção minimalista de “destralhar”, que está muito em voga hoje em dia, mas essencialmente à noção de que cada objeto que adquirimos deve ser pensado e refletido. Eliminar a lógica do consumo descartável, a ideia de que é sempre possível vermo-nos livre das coisas que já não desejamos, parece-nos o mais importante. Se a maioria das coisas de que nos rodeados, que vestimos, e que usamos no dia-a-dia forem significativas para nós — então estaremos cada vez mais em paz connosco e com o mundo que nos rodeia. Estaremos em casa, e isso é tão bom.


Alguns dos produtos neste artigo: